Nós temos os mesmos demônios. Temos a mesma intensidade, a mesma imensa carga dramática que transforma cada dorzinha em um machucado aberto, profundo, que lateja. Queria poder te largar aqui e continuar andando sem olhar pra trás, mas é certo que não consigo mais viver sem te odiar pelo menos uma vez a cada dia. Queria tirar esse nó da garganta pra gritar bem alto esse amor que já não cabe escondido.